Prezados Irmãos,prestem muita atenção nestes videos,pois são os dias em que vivemos
vamos vigiar!
quinta-feira, 26 de junho de 2008
OS FINAIS DOS TEMPOS(PARTE 3)
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às quinta-feira, junho 26, 2008 0 comentários
Marcadores: Fim dos Tempos
sábado, 21 de junho de 2008
OS FINAIS DOS TEMPOS(VIDEO 2)
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às sábado, junho 21, 2008 0 comentários
Marcadores: Fim dos Tempos
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Culto de Jovens
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às quarta-feira, junho 18, 2008 0 comentários
Marcadores: escala de culto
O final dos tempos
Vamos colocar oito videos sobre os finais dos tempos,preste atencão pois a volta do Senhor Jesus está proxima.
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às quarta-feira, junho 18, 2008 0 comentários
Marcadores: Fim dos Tempos
segunda-feira, 26 de maio de 2008
DONS HOJE? LÍNGUAS
Os dons espirituais, são poderes ou graças que o Espírito Santo confere aos servos de Deus para a edificação da igreja (Hb 2.4 e 1Pe 4.10). A manifestação dos dons na vida do crente é a confirmação do “Batismo do Espírito Santo”. Os dons são objetos de predições no Antigo Testamento, em Isaias 35.4-6 (“Digam aos desanimados: “Não tenham medo; animem-se, pois o nosso Deus está aqui. Ele vem para nos salvar, ele vem para castigar os nossos inimigos.” Então os cegos verão, e os surdos ouvirão; os aleijados pularão e dançarão, e os mudos cantarão de alegria. Pois fontes brotarão no deserto, e rios correrão pelas terras secas.) e em Joel 2.28,29 (“E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias.”). Eles são de diferentes espécies (“Existem tipos diferentes de dons espirituais, mas é um só e o mesmo Espírito quem dá esses dons. Existem maneiras diferentes de servir, mas o Senhor que servimos é o mesmo. Há diferentes habilidades para realizar o trabalho, mas é o mesmo Deus quem dá a cada um a habilidade para fazê-lo.” 1Co 12.4-6). Paulo enumera alguns (“...tendo, porém, diferentes dons segundo a graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé; se ministério, dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina esmere-se no fazê-lo; ou o que exorta faça-o com dedicação; o que contribui, com liberalidade; o que preside, com diligência; quem exerce misericórdia, com alegria”. Rm 12.6-8 e “Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar; a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las... Segui o amor e procurai, com zelo, os dons espirituais, mas principalmente que profetizeis.” 1Co 12.8-10; 14.1), mas, o Espírito Santo é livre e não se restringe à relação deixada pelo apóstolo; novas formas de ações surgem no decorrer da história do povo eleito.
O Senhor Jesus, possuía os dons e os usava para a edificação da multidão que O seguia (“Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós.” Mt 12.28), este exemplo precisa ser observado pelos servos que foram agraciados, os talentos espirituais não são para a glória do homem, sim, para a edificação do Reino de Deus, através da manifestação do poder e autoridade.
A primeira referência do derramamento do Espírito sobre a igreja está em At 2.1-4 (“Quando chegou o dia de Pentecostes, todos os seguidores de Jesus estavam reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho que parecia o de um vento soprando muito forte e esse barulho encheu toda a casa onde estavam sentados. Então todos viram umas coisas parecidas com chamas, que se espalharam como línguas de fogo; e cada pessoa foi tocada por uma dessas línguas. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, de acordo com o poder que o Espírito dava a cada pessoa.”), é o Pentecostes; neste dia o dom do Espírito Santo permitiu a todos os apóstolos falarem em outras línguas (idiomas), sendo entendidos por pessoas de diferentes países
É inadmissível a rejeição do Batismo no Espírito Santo, bem como, os dons. A Palavra é clara na explanação, não deixando margens para dúvidas. Afirmar que os dons do Espírito ficaram restritos ao Pentecostes é heresia, esta tese contraria todas as cartas Paulinas, pois, foram escritas em datas posteriores ao Pentecostes. A conversão de Paulo aconteceu por volta do ano 37 dC, sete anos após a descida do Espírito Santo no Pentecostes (30 dC).
O Dom de Línguas:
Os dons são diversos e todos eles úteis à edificação da igreja. O dom de línguas é visto por algumas denominações como único sinal do “Batismo no Espírito”, (se não falas em línguas, não és batizado!) é um entendimento errôneo, sem base bíblica. O principal texto usado para comprovar esta tese é o que descreve o Pentecostes, no entanto, as línguas ali faladas não foram estranhas ou de anjos, sim, idiomas regionais. O falar em línguas em algumas vidas realmente é a confirmação do enchimento com o Espírito, mas, não é possível generalizar.
O Batismo do Espírito só é possível em vidas que cultivam a santidade (“Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus.” 2 Co 7.1). A condição de santos é impostas a todos que querem viver na presença do Senhor, estes estão habilitados a receberem os dons reservados, não especificamente línguas. As vidas que produzem os frutos da carne (Gl 5.19-21), estão em pecado, afastadas de Deus e incapacitadas de serem usadas pelo Espírito Santos, se falam em línguas, profetizam, etc. provavelmente são movidas pelo espírito de engano.
a) Línguas: Sinal da graça de Deus (At 10.44 e 19.6)
É possível contemplar a graça de Deus na vida do homem de diversas formas, quando vemos alguém dobrado diante do Trono louvando em línguas é maravilhoso, edifica a vida de todos e com certeza sobe como “aroma agradável” às narinas do Pai. O dom de línguas é a forma mais pura de louvor e adoração, pois, é o próprio Espírito que se apresenta diante do Eterno Rei.
b) Línguas: Não é o dom mais importante (1Co 12.4-11 e 1Co 14)
Paulo, escrevendo aos de Corinto, afirma: “Dou graças a Deus, porque falo em outras línguas mais do que todos vós.” Estas palavras testificam a profunda comunhão e intimidade com o Espírito, no entanto, ele não exaltou este dom, pelo contrário, procurou doutrinar a igreja no uso correto, afirmando que o falar em línguas é para edificação pessoal. A descrever os dons por importância, situou o de línguas entre os menores.
Não há motivos ou fundamentos para que esta realidade seja invertida em nossos dias.
c) Línguas: Não é sinal de Batismo (At 2.1-13 , 1 Co 14 e 1 Co 12.4-11)
É comum entre os pentecostais a afirmação: Só é batizado no Espírito se falar em línguas!
Não há textos na Bíblia taxativos sobre esta questão, os usados para justificar esta tese não são suficientemente claros, a principal base para esta afirmação é o relato do Pentecostes (At 2.8-11), mas, se observado mais detidamente, conclui-se que não foram línguas estranhas ou de anjos, sim, idiomas, eram homens de diversas nações que encontravam-se reunidos ali.
Há no meio pentecostal, igrejas que exigem como prova ou confirmação do Batismo no Espírito, o falar em línguas, esta obrigação tem produzido situações constrangedoras em muitos.
Imagine: Uma vida santa, pura e reta, porém, não agraciado com o dom de línguas, sim com outro dom.
Será sempre visto como alguém que não tem verdadeiramente o Espírito.
Outra situação: Alguém que tenha uma vida fora dos padrões de Deus.
Levado pela sagacidade, decora algumas expressões e começa a repeti-las, provavelmente será visto por todos como cheio do Espírito, porém, o que opera em tais vida com certeza é o espírito de engano. Não esqueçam jamais, o Senhor não usa vasos quebrados ou imundos! É necessário viver em santidade, para ser instrumento do Senhor.
d) Línguas: Na igreja com ordem (1Co 14.27-33)
As tradições existentes dentro das igrejas possuem profundas raízes, forte o suficiente para contestar os ensinamentos bíblicos. Com relação ao dom de línguas, vê-se que em muitos “arraiais” as orientações do Apostolo Paulo não são observadas corretamente. As tradições estão em primeiro lugar. Falar línguas não faz o homem santo como muitos pensam. Viver a Vontade de Deus, esta sim, faz o homem ser Santo. O uso do dom de línguas na igreja é objeto de extensa orientação, cuidadosamente descrita, exatamente para que os erros hoje comuns não prevalecessem. É preciso ler a Palavra e deixar que o Espírito de Deus a imprima no coração, como regra de fé e prática.
Infelizmente, constata-se que a zelosa palavra do Apostolo não é observada como digna de crédito e uma espécie de desordem, toma lugar no culto.
É evidente que o culto deve ser alegre, expressão de amor e gratidão ao Eterno, mas, algumas determinações deixadas pelo próprio Deus não podem ser desconsideradas.
Vivemos os últimos tempos, são dias nos quais o Espírito está sendo derramado de uma forma jamais vista em toda a história da humanidade, mas, para tomar parte neste mover é preciso conhecer o Senhor. Santidade e pureza, são condições que habilita-nos a sermos instrumentos úteis nas mãos do Deus Vivo. Sejamos pois, santos!
O verdadeiro servo, o homem cheio do Espírito, deixa-se levar pelo mover real, procurando observar as determinações de Deus para o bom andamento da igreja.
Eu, creio e aceito os dons sem exceções. Inclusive, a igreja à qual sou membro, e totalmente direcionada pelo Espírito de Deus que através de seus profetas (usados em profecias, visão, sonhos, etc.) determina a forma do agir.
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às segunda-feira, maio 26, 2008 1 comentários
Marcadores: estudos
quarta-feira, 30 de abril de 2008
O Senhor nosso Deus é o único Senhor, Dt 6.4
Testemunhas de Jeová – Declaram que o texto prova que não há pluralidade de pessoas na divindade.
Resposta Apologética
Na língua hebraica a palavra único está no construto e revela uma unidade composta, não uma unidade absoluta. Sendo assim, até no texto áureo do judaísmo encontramos a unidade composta de Deus na expressão único. Outro exemplo de unidade composta é vista em Gn 2.24 (onde o homem deixará pai e mãe e se unirá a sua mulher e serão os dois uma só carne), em que duas pessoas distintas são consideradas por Deus uma só carne. Confrontando a passagem com outros textos, aprendemos que há um só Deus verdadeiro, que é trino em personalidade (2 Co 13.13), ou seja, há três pessoas de uma só natureza. Cada uma das três pessoas da Trindade é chamada na Bíblia de Deus: o Pai (1 Pe 1.2), o Filho (Jo 20.28) e o Espírito Santo (At 5.3-4). Ademais, cada uma possui os atributos da deidade, incluindo onipresença (Sl 139.7; Mt 28.20; Hb 4.13), onisciência (Mt 9.4; Rm 11.33; 1 Co 2.10) e onipotência (Mt 28.18; Rm 15.19; 1 Pe 1.5). Também encontramos uma referência à Trindade em Mt 28.19: Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. A palavra nome é singular no grego, indicando que existe um Deus. Mas, existem três pessoas distintas na divindade, como é indicado pelos artigos definidos: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Fonte:
Bíblia Apologética, Editora ICP.
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às quarta-feira, abril 30, 2008 1 comentários
Marcadores: Seitas
sábado, 29 de março de 2008
O CONTROLE DA LÍNGUA.
TIAGO 3. 1-12
Introdução:
A Lição que vamos estudar hoje trata de um tema extremamente relevante no contexto da Igreja do Senhor Jesus: “O Controle da Língua”. Uma das grandes bênçãos que Deus deu ao homem, sem dúvida foi a capacidade de se comunicar através da fala. Basta você olhar para uma pessoa muda, e verá que Deus nos presenteou com um dom maravilhoso, o da comunicação. Contudo, muitos estão usando a língua não como bênçãos, mas sim como maldição. Tiago traz um alerta muito grande aos crentes, afim de que estes estejam avaliando a forma como estão usando a língua e assim se empenharem para fazer dela um canal de bênçãos.
I – Um Alerta para os que querem ensinar. (v. 1,2)
É muito comum no contexto da igreja vidas se apresentarem desejando ensinar. Tiago traz um alerta mostrando a grande responsabilidade do ensinador diante de Deus e da igreja. O que ensina recebe maior juízo. O que ensina precisa ter uma vida que esteja refletindo seus ensinamentos. Deve ter muito cuidado com as palavras que usa tanto no ensino, quanto fora dos momentos de ensino.
II – A fragilidade do homem no falar. Somos todos passíveis de tropeços no falar. (v. 3-4)
Realidades de problemas na área da língua;
Ef. 4.31; Tt 3.2; Tg. 4.11; Sl. 34.13; Pv. 13.13; Tg. 1.26; Sl. 101.5
III – A língua produzindo grandes estragos. (v.5)
Uma palavra mal falada, uma calúnia, uma fofoca pode produzir grandes estragos. Pode causar grandes danos. Famílias podem ser destruídas, A igreja pode ser profundamente abalada. As conseqüências podem ser catastróficas. Os prejuízos podem ser irreparáveis.
IV – De uma mesma fonte não pode sair água salgada e doce. (v. 10, 11, 12)
Tiago mostra de forma clara e objetiva para a igreja, que a linguagem do crente deve ser de bênçãos e não de maldição. Nossa língua deve ser usada para o bem e não para o mal. Ele com grande propriedade chama a atenção da igreja dizendo: “... Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso? Acaso, meus irmãos, pode a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Tampouco fonte de água salgada pode dar água doce.” (v.11,12)
Conclusão:
É desejo de Deus que façamos uma avaliação de nossas vidas em relação a este assunto tão importante na vida da igreja. Como estamos usando a nossa língua; para abençoar ou para amaldiçoar vidas? Em nome de Jesus Igreja vamos lutar para sermos canais de bênçãos para a vida de nossa igreja. Vamos nos empenhar em promover o bem, a paz, o amor, a união, a unidade e tudo o que for bênçãos para a vida e o crescimento de nossa igreja local. Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe, em nome de Jesus. Amém
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às sábado, março 29, 2008 0 comentários
Marcadores: pense nisso
Hoje,Campanha da Restituição
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às sábado, março 29, 2008 0 comentários
Marcadores: escala de culto
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
O Inicio do Governo Anti-Cristo
A SOCIEDADE DO DINHEIRO
ELETRÔNICO CHEGOU.
Por Chris Beard
- "Os ricos e poderosos do mundo estão levantando um homem
que assentará seu trono em Jerusalém e dominará o mundo".
- "Quem não lê, sabe tanto quanto aquele que não sabe ler".
Depois de muitos anos de planejamento, pesquisa e desenvolvimento, as instituições financeiras do mundo estão anunciando a muita antecipada SOCIEDADE GLOBAL DO DINHEIRO ELETRÔNICO.
- A habilidade de se conduzir todo tipo de troca, compra e câmbio de moedas agora está sendo substituída pela tecnologia de microchips e dinheiro eletrônico. MONDEX é a empresa fornecendo este sistema de dinheiro eletrônico, e já vendeu sua franquia a mais de 20 (vinte) nações do mundo.
- Este sistema foi criado em 1993 pelos banqueiros Londrinos TIM JONES E GRAHAM HIGGINS da NATWEST/COUTTS, o banco pessoal da Família Real Britânica.
- O sistema esta baseada na tecnologia SMART CARD ( CARTÃO INTELIGENTE), que emprega microchips embutido e escondido dentro de um cartão de plástico, que arquiva dinheiro, identificação pessoal, e outra informação. Todas as transações monetárias mantém sigilo através da adoção de protocolos SET (Secure Eletronic Transaction - Transação Eletrônica Segura), e irão mostrar no display a MARCA SET (SET MARK).
- MON-DEX É um composto de duas palavras, MONETÁRIO E DESTRA. O dicionário de Websters define estas palavras como: Monetary- aquilo pertinente ao dinheiro. Dexter:- Pertencendo á, ou localizada na mão direita.
SET - o deus egipcio do mal ou Satanás.
- Junto com os cartões, você poderá usar um dispositivo PET (Personal Eletronic Transfer -Transferência Pessoal Eletrônica).
Este dispositivo tipo calculadora de bolso lhe permitirá a conduzir transferências eletrônicas pessoais, com outros que possuem cartão.
Os cartões também funcionam com o telefone da NORTEL/BELL VISTA 360, telefones públicos MILLENIUM, Terminais de Banco Eletrônico, seu Computador Pessoal, a INTERNET, e empresas e instituições online, ou conectadas por rede.
- Este sistema sem dinheiro já foi testado extensivamente na cidade de Guelph, em Ontário do Canadá e no Reino Unido e Estados Unidos. Todos os bancos Canadenses já inscreveram-se no sistema MONDEX e estarão comercializando logo. A CIBC (Canadian International Bank of Commerce - Banco Canadense Internacional de Comercio) Inclusive já montou uma agência modelo sem dinheiro dentro da empresa NORTEL na cidade de Brampton, Ontário. Mais de 250 corporações em 20 países estão envolvidos em trazer MONDEX para o mundo e muitas nações já fizeram franquia para usá-la; o Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Israel, Hong Kong, China, Indonésia, Macau, Malásia, Filipinas, Singapura, Tailândia, India, Taiwan, Sri Lanka, Costa Rica, Guatemala, Nicarágua, Panamá, Honduras, El Salvador e Belize.
- O mundo financeiro projeta que a União Européia irá adotar o sistema MONDEX como sua monetária unificada.
- Outros sistemas de SMARTCARD (Cartão Inteligente) estão rapidamente sendo descaradas e trocadas por MONDEX, principalmente desde que a MASTER CARD comprou 51% das ações da empresa.
- A NATWEST continuará a manter a diretoria do seu desenvolvimento e implementação.
- "Este é o estágio final do sistema se tornar uma realidade global", disse Robin O'Kelly da MONDEX internacional. "Com o apoio financeiro da MasterCard, não há nada agora que poderá impedir a MONDEX de se tornar um padrão global". (Mentira - DEUS PODE).
- Eventualmente a idéia de carregar um cartão irá se tornar obsoleto e pessoas logo descobrirão que ela possui problemas se segurança, sendo possível que se danifique, seja e até roubada.
- A solução final será simplesmente de se ter o microchip colocado no corpo humano, como eles fazem agora com sistemas de identificação de animais via microchip.
- A INFOPET é uma entre várias empresas que fornecem uma pistola tipo siringa que implanta um bio-chip que é injetado debaixo da pele do animal.
- O chip pode ser lido por um scanner e o código identificando o proprietário e o animal pode ser usado para se acessar um arquivo no computador.
- O sistema gaba-se do fato de poder rastrear mais de um bilhão de animais domésticos por satélite e torre celulares.
- A MOTOROLA, que produz os microchips para o SMARTCARD MONDEX, já tem desenvolvido vários bio-chips implantáveis em seres humanos. O chip BT952000 foi projetado pelo Dr. Carl Sanders, que foi orientado em 17 reuniões da NOVA ORDEM MUNDIAL a desenvolver o dispositivo para uso global em seres humanos para fins econômicos e de identificação pessoal.
- O bio-chip mede 7mm de comprimento e .75mm de largura, aproximadamente o tamanho de um grão de arroz. Ele contém um dispositivo chamado de transponder e uma bateria de lithium.
- A bateria é carregado por um circuito integrado termal, que produz a voltagem á partir de flutuações térmicas na temperatura do corpo.
Eles gastaram mais de 1,5 milhões de dólares estudando onde colocar o chip no corpo humano.
- Eles descobriram somente dois lugares adequados e eficientes - A TESTA, logo abaixo da linha do cabelo, e a parte de trás da mão, especificamente a MÃO DIREITA.
- "A todos, os pequenos e os grandes e os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa MARCA sobre a MÃO DIREITA ou sobre a FRONTE (TESTA), para que ninguém possa comprar ou vender, se não aquele que tem a MARCA, a nome da BESTA ou o número do seu nome." Apocalipse. 13:16.
- O Dr. Sanders estava contra o uso da bateria lithium porque sabia-se que se ela fosse estourar o lithium (produto quimico), causaria uma úlcera maligna (o bolha na pele) que ocasiona muita agonia ao possuidor.
- "E saiu, pois o primeiro anjo e derramou a sua taça pela terra, e, aos homens portadores da marca da BESTA e a adoradores de sua imagem, sobreviveram úlceras malignas e perniciosas. Apocalipse 16:2
- Depois que o Dr. Sanders deixou o projeto, ele conheceu as escrituras proféticas na Bíblia que referem-se á "marca da besta". Foi quando ele se converteu á Fé Cristã e agora conduz seminários neste assunto. Ele desenvolveu equipamento patenteado para a medicina, vigilância e equipamento de segurança para o FBI, CIA, IRS, IBM, GE Honeywell e Teledyne. (Todos sendo ou do governo ou empresas de defesa que fazem mega-contratos de defesa com o governo).
- Ele também recebeu o Prêmio Presidencial e de Governadores pela excelência de seus desenvolvimentos e qualidade da engenharia dos projetos.
- A palavra marca quer dizer "charigma", que significa, traduzido, um aranhão , gravura, estampa, insígnia, ou marca de servidão (como escravo). O número 666 é a frase Grega Chi Xi SIgma, que significa enfiar uma agulha ou objeto ponteagudo, enfiar algo na pele, sendo uma marca perfurada ou impressa sobre pressão ou contato, usado para reconhecimento e identificação de propriedade.
- Quer dizer, quem receber a MARCA 666 se tornará propriedade exclusivo do dono, a Besta, como o gado é marcado para o reconhecimento do seu dono. Não se deixe ser escravizado por este sistema informatizado eletrônico da NOVA ORDEM MUNDIAL e da BESTA que se revelará brevemente ao mundo. Cuidado, por logo estes cartões estarão por aí substituindo o dinheiro. Não há nada que impedirá este novo padrão mundial tomar conta de tudo.
- Você não vai poder comprar ou vender a não ser que começar usar o cartão e eventualmente o cartão será substituído por uma MARCA na sua MÃO DIREITA ou na TESTA.
- Não estamos dizendo aqui que toda a tecnologia propriamente ditaé diabólica. Mas sabemos claramente agora o sistema Diabólico que esta sendo desenvolvido ás secretas pelos governos do mundo que são controlados por pessoas adeptas da NOVA ERA e da NOVA ORDEM MUNDIAL, tão casualmente anunciado anos atras aos estados Unidos por George Bush, e que hoje todas as religiões do mundo estão aceitando como uma filosofia de visão do mundo que lhes unifica, sendo um elo comum de união, com os ingredientes perfeitos que agradam a todos. Mas na verdade esta "religião" NOVA ERA não é de fato novo, pois nada mais é do que a re-instituição dos cultos místicos da seita antiga Babilônia.
- Mas de acordo com a profecia, esta nova Babilonia, que será fundada sobre o antigo império Romano, cairá, como todos os reinos deste mundo cairá. (Veja "A Subida e Queda dos Impérios, Congresso Nacional dos EUA, ou profecias de Daniel sobre os Impérios do mundo e suas predições sobre o futuro.) Que é este novo Império Romano, se não a União Européia. Terá exatamente o número de membros chave citado pelo profeta. Formará uma moeda tão forte que será adotado pelos Estado Unidos, América do Sul, África, Indochina, Ásia e eventualmente o mundo todo, pois ninguém irá querer ficar de fora.
- Cada continente formará seu próprio bloco econômico de livre comércio e moeda unificada. Eventualmente, estes blocos se unirão e haverá um bloco econômico somente no mundo inteiro. O resultado disso é obvio - um só dinheiro no mundo e um só governo, liderado por um homem que aparenta ser de paz e prosperidade, mas que fará Hitler parecer um incopetente e fracassado, de tão enorme será sua maldade.
- Ele levará o mundo, depois de três anos e meio de paz, ao caos, fome, miséria , destruição, pois as pragas citados no apocalipse cairão sobre a sua cabeça, como as antigas pragas vieram sobre o FARAÓ DO Egito, aliás o antecessor e símbolo do Anti-cristo.
- Só que as pragas do Egito parecerão como um fósforo queimando serragem em volta de um bolo de piolhos, enquanto que no outro lado do mundo e dos tempos caem asteróides, bombas atômicas, fome em massa, pestes, destruição total que arrasará mais de 1/3 de toda a terra. PREPARE-SE espiritualmente.
- Arrependa-te e aceite a CRISTO como ÚNIC0 e SUFICIENTE SALVADOR da sua alma e do caos que está vindo sobre a terra. Mas Não dê ouvidos a homens como NOSTRADAMUS, pois foi vidente,(e todo vidente é bruxo) futurólogo, mentiroso, com suas revelações SATÂNICAS recebidas.
- Veja o prédio pirâmide de Ion Pei na Europa - o que ela representa para o mundo? E os jogos olimpicos de Seul - qual foi o tema dos carros alegóricos e que dominou a atenção dos telespectadores - foi obviamente a NOVA ERA. Quem são os Maçônicos? não precisamos nem responder esta pergunta aqui, pois é obvio.
- Não dê ouvidos também aos falsos profetas, pois existem muitos por aí, mas é facil reconhece-los. Pregam segundo a carne e não segundo o Espírito. Buscam convertidos para enriquecer os cofres das suas igrejas, vendem amuletos mágicos da benção, prometem dons de línguas mágicas que só seus adeptos terão, que vendem água benta, do pai de Santo, do Rosário benzido, do Padre não sei do que, da Maria das Graças da Igreja Santa do Monte Aparecido da estátua nas águas reveladas através do choro milagroso das lágrimas do milagre escondido do padre cheio de truques de falsidades de enganos para levar as massas ao engano, a confusão, ao entendimento da para-psicologia das massas, do milagre enterrado, das orações repetitivas pelos mortos e pelos qque já estão sobre a condenação, para de alguma forma tirar suas almas do purgatório e dessa forma enriquecer os cofres das suas igrejas.
- Voltando-se ao tema aqui, podemos dizer que o nome industrial para o cartão inteligente, desenvolvido pela empresa GEM-PLUS e o Departamento de Defesa dos EUA (US DOD-Department of Defense) é o nome MARCA, que significa:
M -Multi-technology : Multi-tecnologia.
A -Automated: Automatizado.
R -Reader: Leitor que consegue ler algo.
C -Card: Cartão.
- Então, o cartão está usando o nome MARCA, e cada letra tem um significado. É um alerta ao meu caro ouvinte. É o início do sistema mundial. Logo virá ao Brasil.
- O código de desenvolvimento do produto do cartão inteligente foi batizado com o nome de "TESSERA". Um Tessera era uma insignia Romana de propriedade colocada nos seus escravos, que se fosse removida resultaria no escravo ser marcado, como um boi. Em novembro de 1996 um acordo foi feito pelo qual o GEMPLUS irá fornecer Cartões Inteligentes para a implementação global do MONDEX. (Já faz três anos atrás, então hoje os planos da empresa devem estar bem adiantados).
- A AT&T/Lucent Technologies comprou a franquia para o MONDEX USA. Seu logotipo é o símbolo da Serpente Solar ou DRAGÃO VERMELHO, que é SATANÁS.(Você já viu este dragão em filmes de Kug Fú, não? Cuidado, pois de acordo com as profecias o Oriente Médio será um dos grandes jogadores do jogo de Xadrez de Xeque-Mate que será jogado e encadeado sobre o ocidente nos finais dos tempos.)
- Virão com suas armas poderosas e mortíferas, passarão pelo Rio Eufrates, com o apoio e inspiração de legiões de seres demoníacos presos desde o tempo de Noé, que serão soltos nos finais dos tempos e instigarão os reis do oriente a vir sobre o ocidente. Está profetizado nas escrituras.
- Para mais informação, ler os livros de Hal Lindsey, grande escritor evangélico cristão, que escreveu sobre a escatologia moderna, no seu livro "Um Novo Mundo está Vindo".
- Seus livros são mais atualizados do que o jornal de amanhã. Melhor do que aquele filme na TV, onde a pessoa recebe o jornal de manhã e evita desastres. Você pode evitar o maior desastre da sua vida amanhã, aceitando JESUS CRISTO e sua salvação para você, e renunciando a MARCA da BESTA que esta vindo sobre o mundo. O que vale ao homem ganhar ao mundo inteiro, e perder a sua alma?
- A empresa citada acima, AT&T/LUCENT Technologies está fundada em mentiras. O nome é um composto de LUCIFER-ENTERPRISES (Empresas do Lucifer). Eles parecem gostar de se esnobar e propositalmente dar nomes fantasmagórigos infernais aos seus produtos, como STYX (que é um rio no Hades), JANUS (um deus de duas faces) e INFERNO, patrocinado com um texto tirado do "O Inferno", uma estória sobre LUCIFER nas profundesas da guela do inferno. O "Anel de fogo" é o antigo Panteon. Esta empresa deliberadamente decidiu mudar sua nova sede para a o endereço Rua Quinta Avenida, nº 666, em Manhattan. Simples coincidência? ou estão desafiando a lei de DEUS?
- "O dia estava se esvanecendo, e o ar que se escurecia chamava por toda as criaturas da terra para seu descanso e quietude de final de tarde, enquanto que eu sózinho estava me preparando como se fosse para a guerra."- Tirado do Inferno, de Dante, Canto II (Traduzido aqui).
- Uma das realizações que mais traz orgulho á LUCENT (Text to Speech-texto á fala), no qual eles dão a qualidade humana da fala á tecnologia inanimada.
- Isto lembra as escrituras apocalípticas, onde o falso profeta e a besta inventam um milagre falso da ressurreição, aproveitando-se da tecnologia de engano em massa, tentando refazer os próprios milagres que Cristo fez, mas sua condenação já está prevista nas escrituras.
- "E lhe foi dado comunicar fôlego á imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta."
(Apocalipse. 1315).
- Já que não é muito prático colocar um microchip em todo o produto que é comprado nos supermercados e lojas, um código UPC de barras é hoje colocado nos produtos e faz o trabalho eficientemente. (Toda esta tecnologia está para os nosso olhos aparentando ser uma coisa sobrenatural, não divina mas diabólica).
- O que a maioria das pessoas não sabem é que este é o "inicio da MARCA da BESTA".
- (A Bíblia é espiritual e a lei é espiritual, portanto; somente os que amam a Jesus e cumprem as suas leis sabem que tudo isto é verdadeiro, PROFÉTICO) para os produtos que já compramos, usamos e jogamos e jogamos fora todos os dias. Todo produto que tem o código de barras UPC contém o número 666. Aliás, este número é um dos mais usados na informática, sendo um número neutro de acesso e é usado extensivamente na programação, na área da informática.
Computador: (computer) inglês traduzido para o Hebraico o número é 666.
- Você então encontrará uma de duas versões desta MARCA. O mais comum tem 10 números divididos em duas partes.
- O outro terá 6 números. Em ambas as versões existem 3 barras não identificadas. Estas barras são, 6, 6 e 6. Estes são chamados de barras de proteção, pois dão a informação ao scanner quando começar, dividir e encerrar a leitura do código.
- "Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis."
(Apocalipse. 13:18).
Fonte: Juarez
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às segunda-feira, fevereiro 25, 2008 0 comentários
Marcadores: Fim dos Tempos
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
A ciência e a tecnologia já estão prontas, só falta o falso profeta se manifestar.
"E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis." (Apocalipse 13:16-18).
IDENTIFICANDO O SINAL OU A MARCA DA BESTA
SINAL
Aquilo que serve de advertência, ou que possibilita conhecer, reconhecer ou prever alguma coisa; expediente convencionado para se transmitirem a distância, por meios visíveis ou auditivos; ordens, notícias, avisos; marca, rótulo, letreiro.
MARCA
Um sinal que se faz num objeto para reconhecê-lo; desenho ou etiqueta de produtos industriais; categoria, qualidade, espécie, tipo, impressão, selo, cunho; letra, nome ou emblema feito à tinta ou à linha numa peça de roupa; medida reguladora; padrão, bitola.
Ao comprar arroz este mês, no mercadinho perto de minha casa, fiquei surpreso ao notar a figura ao lado (marca) impressa na embalagem de 5kg. Como sabemos, segundo pesquisadores evangélicos, este símbolo significa o olho de Lúcifer sobre as finanças, e que é usado na Maçonaria, que por sua vez são ferramentas de Satanás tentando controlar a economia do mundo através da criação de um banco único. Há uma verdadeira conspiração em andamento. Clique na foto e resolva este enigma.
O sinal, ou a marca da besta, será uma identificação "planetária", e não um tipo de moeda única como muitos pensam, por exemplo: cartão de crédito, dólar ou euro. Ela, como vimos acima, identifica um produto, ela não é o produto em si. Disse Jesus: "Mostrai-me a moeda do tributo. E eles lhe apresentaram um dinheiro. E ele diz-lhes: De quem é esta efígie e esta inscrição? Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus." (Mateus 22:19-21). Toda moeda tem uma efígie e inscrição que identifica sua origem, país ou nação.
A metamorfose do Império Romano.
De quem é esta efígie e esta inscrição?
E hoje o povo responderia: do Papa.
Dai pois ao Papa o que é do Papa, e a Deus o que é de Deus.
O Papa tornou-se o Imperador de Roma: a Roma religiosa, que prossegue expandindo os seus domínios através da igreja de Constantino.
EFÍGIE
Representação da figura convencional de uma personagem real ou fictícia, de uma divindade; imagem, figura, retrato.
O valor econômico de uma moeda, em relação a outra, não é determinada apenas pelos números que nela há, e sim, pela marca que a identifica. O real vale mais do que o peso; o dólar, mais do que o real; o euro mais do que o dólar. A marca ou o nome, vale mais do que o os números nelas gravados, pois representam a economia "forte ou fraca" de um país em relação ao outro.
Mesmo havendo uma conspiração para criar tal moeda única, como sugere o artigo citado: "O colapso da economia mundial", esta nova moeda não traria a paz que o mundo almeja, o fim da violência gerado pelos terroristas, seqüestradores, traficantes, contrabandistas, etc. É muito improvável a criação de uma moeda única, pois para isto teria que haver um único país, e a Bíblia não nos dá esta idéia nas revelações apocalípticas, pois o termo "nações" é usado em toda a Bíblia, do princípio ao fim, até mesmo antes de lançarem Satanás no lago de fogo eterno, pois cada nação tem a sua própria política econômica. "E, acabando-se os mil anos, Satanás será solto da sua prisão, e sairá a enganar as nações que estão sobre os quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, cujo número é como a areia do mar, para as ajuntar em batalha." (Apocalipse 20:7,8).
SEGURANÇA
Ato ou efeito de segurar; condição daquele ou daquilo em que se pode confiar; garantia, etc. "Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição" (1ª Tessalonicenses 5:3).
Até hoje há animais, como o gado, que são marcados com as iniciais do seu proprietário. O Ibama, e outras organizações, marcam os animais, em nossos dias, com chips eletrônicos para identificá-los. "Não haverá paz sem segurança", dirá o anticristo, ou a imagem da besta que falará. Logo, para que haja segurança será necessário identificar os indivíduos. "E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse (Este primeiro alistamento foi feito sendo Quirino presidente da Síria). E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade." (Lucas 2:1-3). Cada país poderá manter, se desejar, sua própria moeda corrente, mas em nome da segurança mundial, todos deverão ser marcados, identificados. Sem a marca você não poderá comprar ou vender, seja qual for sua moeda (forma de pagamento). Para você comprar um carro novo hoje, na agência, não basta ter dinheiro, tem que se identificar mediante a apresentação de documentos, exemplo: CPF.
Eu usei no início deste estudo o termo identificação "planetária" pois, como sabemos, há no mundo todo, nas religiões, principalmente esotéricas, a expectativa da vinda de "seres do espaço", que poderão trazer esta marca (tecnologia de identificação). Claro que tudo fará parte, se for assim, dos sinais e prodígios que o falso profeta fará.
OS SINAIS
Para conhecer a marca pelo qual o sistema de identificação 666 será implantado, basta tão somente observarmos os sinais que cercam o falso profeta que a introduzirá, a saber: "E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens." (Apocalipse 13:13). "Foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.” (Apocalipse 13:17).
O número 666, citado por João, tem várias interpretações, mas os sinais não. Os sinais, para mim, são ações claras, seqüenciais; pois primeiro, o falso profeta fará descer fogo dos céus, não importando se este sinal de fogo são foguetes militares ou meteoros. Há também a possibilidade de serem os demônios que terão a aparência de fogo descendo do céu. Em segundo ele dará fôlego (vida) a uma imagem. Muitos dizem que esta imagem será na verdade um grande computador, uma máquina. O fato é: com o aumento da religiosidade mundial, incentivada por Satanás, não será difícil a edificação desta imagem, seja ela de madeira, de pedra ou até eletrônica.
"Se levantar no meio de vós profeta, ou sonhador de sonhos, e vos anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o sinal ou prodígio de que vos houver falado, e ele disser: Vamos após outros deuses que nunca conhecestes, e sirvamo-los, não ouvireis as palavras daquele profeta, ou daquele sonhador; porquanto o Senhor vosso Deus vos está provando, para saber se amais o Senhor vosso Deus de todo o vosso coração e de toda a vossa alma." (Deuteronômio 13:1-3).
Será realmente uma prova de fé para os crentes que estiverem vivos nessa ocasião. Mas há uma promessa da parte de Jesus Cristo para os que o servem: "Porquanto guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para pôr à prova os que habitam sobre a terra." (Apocalipse 3:10).
Paulo usou três exemplos de sinais para nos explicar sobre o tempo da volta de Cristo: "Mas, irmãos, acerca dos tempos e das épocas não necessitais de que se vos escreva; porque vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como vem o ladrão de noite; pois quando estiverem dizendo: Paz e segurança! então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão." (Tessalonicenses 5:1,2,3).
1º COMO O LADRÃO
Normalmente o ladrão vem para nos roubar a noite. À noite no caso, é o sinal que nos avisa que devemos nos preparar para um possível assalto. Quando Jesus declarou: "Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai." (Mateus 24:36), Ele não estava se referindo ao tempo, mas sim, a exatidão do dia e da hora. Tenho convicção de que qualquer irmão na fé, que esteja ciente dos sinais, não será pego de surpresa neste tão glorioso dia. "Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que aquele dia, como ladrão, vos surpreenda;" (1ª Tessalonicenses 5:4).
2º QUANDO DISSEREM: PAZ E SEGURANÇA
Cada vez mais aumenta a violência e as guerras no mundo. Há uma crescente expectativa de uma possível terceira guerra mundial. "Ouvi a palavra do Senhor, vós, filhos de Israel; pois o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra; porque na terra não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus. Só prevalecem o perjurar, o mentir, o matar, o furtar, e o adulterar; há violências e homicídios sobre homicídios. Por isso a terra se lamenta, e todo o que nela mora desfalece, juntamente com os animais do campo e com as aves do céu; e até os peixes do mar perecem." (Oséias 4:1,2,3).
Ao lermos este texto em Oséias, parece que estamos lendo um jornal de nossos dias. É em uma situação caótica como essa que surgirá o anticristo, com a suposta solução para a paz mundial.
Devemos observar que o local onde Israel habita sempre esteve em guerra. Quase sempre que ligamos a televisão, para assistir ao jornal, é anunciado que houve mais um conflito naquela localidade, portanto, quando ouvirmos que, principalmente, em Israel há paz e segurança, estará se cumprindo mais um sinal do tempo da volta de Cristo.
3º COMO AS DORES DE PARTO ÀQUELA QUE ESTÁ GRÁVIDA
Recentemente tive a oportunidade de vivenciar este exemplo de sinal com o nascimento de meu primogênito, pois sabemos que uma gestação leva aproximadamente nove meses. Quando os nove meses estão quase se cumprindo ficamos mais alerta, pois não se sabe com certeza o dia e a hora em que o bebê irá nascer, mas com o aumento das contrações, temos uma idéia aproximada, e assim tomamos providências, levamos a gestante à maternidade. "Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima." (Lucas 21:28).
As dores de parto é figura do sofrimento que passarão os crentes, igreja, antes de ser arrebatada; segundo o entendimento que creio ter recebido de Deus sobre este assunto. Quando a igreja no mundo todo estiver sofrendo com as perseguições do anticristo (dores de parto), virá o nosso Senhor Jesus Cristo como um cirurgião médico para trazer a luz, no arrebatamento, a sua igreja, salvando-a da morte física, das mãos da besta e do falso profeta. "E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias." (Mateus 24:22).
Ao meu ver, as dores de parto é o último sinal profético ligado ao arrebatamento da igreja.
Para mim, o sinal mais importante é a apostasia, pois afeta diretamente a nossa vida como igreja: "Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição" (2º Tessalonicenses 2:3).
Quando nos apostatamos da fé em Deus não mais oramos crendo que realmente seremos atendidos, se é que oramos; e por isso o Espírito Santo fica "impossibilitado" de agir em nós e por nós. Desta forma Satanás aumenta o seu poder sobre a terra, pois o Espírito Santo é o que está impedindo a manifestação do anticristo, falso profeta: "Pois o mistério da iniqüidade já opera; somente há um que agora o detém até que seja posto fora; e então será revelado esse iníquo, a quem o Senhor Jesus matará como o sopro de sua boca e destruirá com a manifestação da sua vinda; a esse iníquo cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás com todo o poder e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para serem salvos." (2º Tessalonicenses 2:7-10).
Quando colocamos a fé em nossas "táticas", idéias, estratégias, técnicas, e em nosso pretenso conhecimento psicológico e analítico da humanidade, dizemos ao nosso Deus que: "Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;" (Apocalipse 3:17). Isto é a apostasia.
MAS SERÁ QUE ESTE DIA ESTÁ PRÓXIMO?
"Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo às portas." (Mateus 24:32,33).
Os sinais têm a finalidade de nos comunicar que algo está acontecendo, ou está para acontecer, por exemplo: O sinal amarelo em um semáforo nos comunica que devemos estar atentos a mudança do tráfego. Um barulho estranho em um carro ou uma dor que sentimos no corpo significa que há, ou haverá um problema.
A palavra de Deus nos diz: "Tu, porém, Daniel, cerra as palavras e sela o livro, até o fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará." (Daniel 12:4).
A ciência humana tem se multiplicado assombrosamente nos últimos 50 anos, principalmente a eletrônica. Com a criação da nanotecnologia, diminuindo os componentes eletrônicos quase ao tamanho molecular, com a clonagem de seres vivos, e rompida a barreira dos idiomas, os homens estão mais uma vez se unindo para uma reconstrução da Torre de Babel.
Não será pego de surpresa o irmão que reconhecer que já estamos vivendo a apostasia, e que só falta o anticristo, falso profeta, se manifestar e conseqüentemente introduzir a marca.
Como podemos perceber, está ao alcance de todo crente, mediante o reconhecimento dos sinais, saber se estamos ou não perto do fim. Eu pessoalmente creio, que em um máximo de 10 anos, o falso profeta há de se manifestar, pois vejo o cenário praticamente pronto para a sua apresentação.
O MICROCHIP
O primeiro chip foi criado em 1958 com poucos componentes.
O processador 286, lançado em 1982, tinha 134 mil transisto-res. Já o Pentium II, lançado em 1998, tinha 7,5 milhões.
O cientista americano Hans Moravec prevê que a inteligên-cia das máquinas devem alcançar a humana por volta do ano 2030, quando será possível criar uma rede com 100 milhões de neurô-nios artificiais.
CARTÃO DE CRÉDITO INTELIGENTE
(Texto extraído da revista ISTOÉ de 07/02/1996)
Esse pequeno pedaço de plástico, que passou a ser chamado de cartão inteligente, poderá conter mais informações do que apenas o número de sua conta, sua senha e seu limite de saque, como ocorre atualmente. Com a capacidade multiplicada, ele armazenará, por exemplo, 128 mil caracteres, ou 128 kbytes. Será possível inserir uma fotografia digitalizada do proprietário, os dados de suas carteiras de identidade, motorista, trabalho, saúde, passaporte, cartões de crédito e, sobretudo, uma soma em dinheiro para as pequenas compras do dia-a-dia.
Todo o sistema financeiro mundial trabalha pesado para que esse futuro se torne presente o mais rapidamente possível. Não se trata de experiências distantes, restritas aos avançados centros do Primeiro Mundo. Até o final deste ano, o Bradesco pretende distribuir um milhão de cartões inteligentes aos seus clientes.
"O cartão inteligente vai mudar a vida dos clientes. Haverá uma circulação menor de moedas, num sistema mais seguro e eficiente. Será também o fim dos problemas com troco", prevê Odécio Grémio, diretor de tecnologia do Bradesco, que já distribuiu 11,8 milhões de cartões e é o maior provedor do País.
Os especialistas acreditam que uma revolução de costumes está em curso. Os números desse crescimento até o ano 2000 são impressionantes: os 85 milhões de cartões, que representam hoje um faturamento de US$ 500 milhões, deverão se transformar em 632 milhões de unidades no final do milênio, que movimentarão uma indústria de US$ 2,5 bilhões.
Veja esta matéria do jornal Folha Cristã
Notícias sobre Chip - Verichip - Chipcard
Estados Unidos liberam implante de chip em humanos
Foto ampliada do verichip que poderá ser usado pela besta.
Se eu ligo a televisão e escuto no repórter que um homem está fazendo sinais: descendo fogo do céu, fazendo uma imagem falar e introduzindo uma marca, sem a qual ninguém poderá comprar ou vender, o que eu, como crente, devo pensar? Devo supor que tudo não passa de uma coincidência? E como tal, não me fará mal algum eu aceitar a marca? Afinal, tenho uma família para sustentar, e não posso pregar o evangelho de barriga vazia! "... Contudo quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?" (Lucas 18:8).
Leia também:
Existem coincidências?
U.S MANGA CORPS
Por volta de 1998, eu estava consertando um aparelho, pois sou técnico em consertos de aparelhos eletrônicos. Enquanto consertava, eu assistia TV no canal 6, na época, Rede Manchete de Televisão; quando o roteiro de um desenho, U.S MANGA CORPS DO BRASIL, me chamou a atenção. Ele falava sobre clonagem, a besta, rede mundial de computadores, Nova Era e sobre a robotização do mundo por uma força do além.
Tema do desenho.
A máquina contra o homem.
A besta, Nova Era e clonagem.
Engenharia genética.
Rede mundial de computadores.
CORPS: Subdivisão do estabelecimento militar; unidade tática que consiste em duas ou mais divisões militares e ainda armas e serviços.
Na verdade, não importa se o número é exatamente 666, se o nome for "Nova Ordem Mundial", se é um microchip ou até mesmo um simples carimbo que será usado para este fim. O que realmente importa é não aceitar a marca e nem adorar a imagem, pois uma vez feito isto, ser marcado, estaremos negando a Cristo, e as conseqüências serão terríveis e eternas. "Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se acha preparado sem mistura, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, nem aquele que recebe o sinal do seu nome. Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." (Apocalipse 14:9-12).
Creio que podemos perceber, pelos sinais, que o fim está próximo, mas o que devemos fazer? A resposta é simples: Buscarmos a santificação que vem de Deus em obedecer a sua Palavra. Nos envolvermos em sua obra salvadora, pregando o evangelho e orando sem cessar. Ou como nos diz o apóstolo Paulo: "usando bem cada oportunidade, porquanto os dias são maus." (Efésios 5:16). Mas devemos nos lembrar que estas atitudes não impedirão a manifestação do mal nos últimos dias, pois o que está escrito, assim sucederá, mas devo novamente citara a promessa de Jesus:
"Porquanto guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para pôr à prova os que habitam sobre a terra." E como o próprio Jesus disse: "Bem-aventurado aquele servo a quem o seu senhor, quando vier, achar assim fazendo." (Mateus 24:46).
Finalizando
O anticristo será um homem político e provavelmente religioso, que através da adoração a imagem da besta (religião) e da implantação da marca 666 (política) tentará varrer da face da terra, de forma definitiva, a igreja de Cristo.
Finalmente lembremo-nos das palavras de nosso Senhor Jesus Cristo em Apocalipse 3:11: "Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa."
Mantenha-se informado sobre a volta de Jesus Cristo, leia Web Notícias
Deus te abençoe.
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às quarta-feira, fevereiro 06, 2008 0 comentários
Marcadores: Fim dos Tempos
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
A teologia da prosperidade (IURD)
Gostaria de deixar claro que o dízimo e as ofertas são santos e do Senhor (II Co 9.7). Essas contribuições são tiradas em todas as Igrejas que realmente crêem na Palavra de Deus. A IURD de maneira alguma erra em ensinar isso ao povo, entretanto tudo o que é em demasia foge do propósito e padrão divino (Ec 7.16). Certo pastor disse com razão que - “a heresia também pode ser um exagero da verdade”. Há, com certeza, fundamentos nessa asseveração, fazendo com que nos preocupemos com nossas igrejas e seu nível espiritual. É como nos alimentarmos com só um tipo de comida, por melhor que ela seja, trará prejuízos a nossa saúde, ficaremos sem as vitaminas e proteínas necessárias. Devemos ensinar essas coisas sem se esquecer das demais. Veja o que o Senhor Jesus fala: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas” (Mt.23:23). O Senhor mostra nesse versículo que não basta só pregarmos sobre o dízimo, temos que falar sobre a justiça, sobre a misericórdia e sobre a fé. Não basta termos uma igreja que só dízima, mas temos que ter uma Igreja santa (Ef 5.27) que conheça o juízo e exerça misericórdia com fé no seu coração (Hb 11).
“Ou dá, ou desce”.
O Bispo Macedo e a IURD não pede oferta de maneira equilibrada. Sua ideologia é a do “dá ou desce”. As reuniões da IURD, na maioria das vezes, se resumem na mensagem da doutrina da prosperidade – “Dê um pra ganhar cem” – parece ser atraente, mas não é factual.
Em uma aula de como tirar ofertas o Bispo Macedo diz o seguinte: “... Você tem que chegar e se impor: É seguinte pessoal, vocês vão ajudar agora a obra de Deus... se você quiser ajudar, amém... se não Deus vai levantar um montão de gente pra ajudar... entendeu como é que é? (falando aos seus pastores) Se quiser bem, se não quiser que se danem (se referindo às pessoas que não colaborariam). Aqui é assim – OU DÁ OU DESCE... (ele volta aos seus obreiros) Você não pode ser chocho... você tem que ser o super herói do povo... (continua o exemplo)... Pessoal, nos vamos fazer isso aqui (uma campanha), o grande desafio... é a fé ou não é... tudo ou nada... (ele volta-se aos obreiros)... Eu peguei a Bíblia nos EUA e joguei no chão... ou Deus honra essa palavra ou... ai eu joguei a Bíblia no chão... ela se espalhou toda... Ai eu chutei a Bíblia... Isso chama a atenção... uns vão dizer que esse ai é bom... outros vão dizer que é um falso profeta... mas vai ter pessoas que vão ficar do nosso lado... esses vão por tudo (o dinheiro) lá (na salva)... Você não pode ter vergonha de pedir... Peça, peça e peça... ai eu perguntei quem é que gostaria de ter o cajado de Moisés... O povão disse euuuuuuuu... é isso ai, você pode... Dez mil – entendeu pessoal (pastores)” (TRANSCRIÇÃO DO VÍDEO DO YOU TUBE).
A Teologia da Prosperidade, para quem não sabe, é a doutrina principal pregada pela IURD. Trata-se de uma substituição do Evangelho da Graça, pelo “evangelho” da ganância. É comum ouvimos da boca dos pregadores da prosperidade coisas do tipo: “Você é filho do Rei, não tem por que levar uma vida derrotada.. Deus quer você seja rico, que tenha muito dinheiro... quem é pobre está fazendo a vontade do diabo... está vivendo em pecado... Um homem de Deus é rico!” A teologia da prosperidade une o fútil ao desagradável, ou seja, é uma mistura de ganância e comodismo. Os adeptos da teologia da prosperidade acham que nós temos direito de reivindicarmos o que quisermos de Deus, esquecendo da soberania divina.
O Pr. Esequias Soares faz um comentário interessante sobre essa ideologia da IURD de Edir Macedo: “Desde muito cedo na história do cristianismo, já havia aproveitadores, que usavam a Palavra de Deus visando lucros pessoais – “Porque nós não somos falsificadores da palavra de Deus, como tantos outros; mas é com sinceridade, é da parte de Deus e na presença do próprio Deus que, em Cristo, falamos” (II Co 2.17). O termo grego para “falsificadores” é “kapeleuo”, negociar com, comerciar no varejo, colocar à venda, traficar, comercializar em pequena escala... falsificar, adulterar, negociar, buscar lucros... Esse verbo aparece referindo-se tanto aos mercadores, aqueles que usam a Palavra de Deus, visando interesses pessoais, como aos falsificadores, que adulteram e sofismam a Palavra para agradar as pessoas e delas tirar vantagens... é a prática da simonia... O apóstolo Paulo já via, em seus dias, essa tendência mercadológica e, para combatê-la, usou uma palavra com o significado de falsificar ou mercadejar a Palavra. Isso envolve práticas da simonia, adulterar a Palavra, fazer da religião comércio e faltar com sinceridade diante de Deus, visando interesses pessoais. O apóstolo rebate os simoníacos e, ao mesmo tempo, reafirma a sua sinceridade, quando diz; antes, falamos de Cristo com sinceridade... muitos confundem fé cristã com negócios e colocam a igreja nessa esfera, isso banaliza o sagrado e reduz as coisas de Deus à categoria de mero produto comercial... O tema do culto cristão é o Senhor Jesus, e não as ofertas.”
Cito alguns textos bíblicos, que refutam esse evangelho falso, que promete ao homem uma vida de prosperidade materialista, atiçando-lhe a ganância.
“Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam” (Mat.6.19,20)
“De fato, grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento. Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes. Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores. Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão”. (ITm 6.4-11)
“...Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece...” (Fl 4.11-13)
“...E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui. E propôs-lhe uma parábola, dizendo: A herdade de um homem rico tinha produzido com abundância; E ele arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos. E disse: Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco! Esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e näo é rico para com Deus...” (Lc 12.15-21)
O IBGE trouxe uma constatação chocante para a ideologia dos propagadores da teologia da prosperidade no Brasil... Foi comprovado, no último censo de 2006, que os evangélicos são os que mais contribuem com a sua religião, apesar disso, são os religiosos mais pobres do País. Ou seja, essa teologia na prática não funciona. Bem, com a palavra os pregadores da prosperidade!
Que possamos nos levantar e espremermos a ferida do pecado que tanto nos assola e traz a verdadeira miséria – a miséria espiritual que leva o homem ao inferno. (Cf. Is 1; ITs 5.23; Heb 12.14).
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às sexta-feira, fevereiro 01, 2008 0 comentários
Marcadores: Seitas
sábado, 26 de janeiro de 2008
Seitas Primitivas
Ebionismo:Os ebionitas (pobres), judeus-cristaos que seguiam a lei de Moisés, mas acreditavam que Jesus Cristo era o Messias, porém achavam que Ele não era o Filho de Deus (apenas um profeta anunciado por Moisés), Os ebionitas subsistiram até o século V, nesse período, dividiu-se em numerosas seitas. O apóstolo João escreveu seu evangelho, refutando essas heresias.Elcasaísmo:Fundador Elxai, recebeu revelação por meio de um livro dado por um anjo, lembrando Maomé (Alcorão) e Joseph Smith (Livro de Mórmon). Aceitavam apenas partes do A.T.Nicolaísmo: Fundador Nicolau (Balaão), era diácono da igreja, seita gnostico-libertina que apareceu em Éfeso e Pérgamo (Ásia Menor), condenava o Deus da criação.Cerintianismo:Fundador Cerinto, acreditava que Cristo não nasceu Deus, mas tornou-se Deus no batismo, quando morreu Deus o abandonou, para recebê-lo na sua 2ª vinda, no final dos tempos.Gnosticismo: Heresia complexa, de elementos filosófico-religiosos orientais e cristãos. O Gnosticismo era composto por vários movimentos sincréticos de tradições religiosas da sua época: o helenismo, o dualismo, cultos de mistério, judaísmo e o cristianismo; enquanto as heresias judaicas estavam apegadas às tradições mosaicas, os gnósticos, pagãos que aceitaram a fé cristã, tentavam introduzir nela, concepções pessoais e teorias filosóficas. Sempre em contínua evolução, mas com um ponto em comum, de que entre Deus e a matéria há uma série de seres que intermediam um contato do homem com a divindade.Gnose (grego) significa "conhecimento ou ciência", pretensiosamente se denominava como ciência de Deus, revelando assim seus mistérios a seus adeptos, herdeiros da ciência mística, base de todas as religiões, assim sendo, a gnose dá o segredo do universo e o segredo da evolução.Seus ensinos são uma verdadeira rebelião contra Javé, o Deus de Israel, sua criação e a sua lei; diziam que Javé era um demiurgo (pequeno deus) inferior, que criou um mundo fracassado. Gnose revelação do Deus autêntico, possibilitando um retorno através de um rompimento com o mundo e a lei divina.Os pontos fundamentais da heresia:a)- Deus, uno e separado (longe), da matéria (seres);b)- A matéria eterna é o princípio do mal;c)- Eões, seres entre Deus e a matéria, juntos formavam o pleroma, afastados de Deus se tornavam imperfeitos. Um deles foi excluído do pleroma : Demiurgo, que criou o mundo e o homem da matéria já existente, produzindo também eões inimigos de Deus.d)- O mal provém da união das almas, mas o homem não é totalmente mal, porque o Demiurgo tirou do mundo espiritual uma centelha divina e colocou-a na matéria, assim sendo, os homens se dividem em três classes: espirituais (espírito-superior-matéria); gnósticos (psíquicos-espírito=matéria); os cristãos (materiais/hílicos-matéria, superior, espírito) – os pagãos.e)- Cristo como espírito emanado, ensina aos espíritos como se libertarem dos seus corpos; uns deixam os seus corpos fazerem o que quiser e outros o mortificam através de penitências. A redenção realiza-se no interior de cada alma, numa identificação com Deus, ou seja, o conhecimento e compreensão do próprio eu. Os relacionamentos Deus-cosmos se dão por antíteses : luz-treva, vida-morte, alma-psiquismo, "divindade como negação do mundo". Nos anos de 105 a 170 da nossa era, a Igreja reuniu vários concílios em combate ao gnosticismo, em nossos dias, as idéias gnósticas ressurgem entre a teosofia e o espiritismo.Primeiras ações gnósticas, surgem na Palestina e na Síria, com o judeu-cristão Cerinto, materialista, que considerava Jesus Cristo um simples homem nascido de José e Maria. Simão Samaritano, o Mago, e Menandro são considerados os fundadores do gnosticismo.Simão, taumaturgo do tempo de Nero, hábil na magia, originou várias lendas; em Atos 8:5-52, ele propôs a Pedro a compra do poder de fazer milagres, desafiou os apóstolos numa demonstração de poder, voando em torno de uma torre, ensinava que o mundo não foi criado por Deus e sim por anjos, para os samaritanos ele era o primeiro Demiurgo.Menandro, discípulo de Simão, era mágico (comum nos gnósticos de Samaria), dizia que os que o seguissem jamais morreriam, se julgava o Salvador.Saturnino, viveu entre 100 e 130 d.C., grande figura do gnosticismo, conferiu a forma definitiva a esta doutrina, achava que o homem foi criado por sete arcanjos.Os barbelognósticos (do siríaco barbá eló, que significa "Deus em quatro", ou seja, contém em si próprio : pensamento, pré-conhecimento, incorruptibilidade e vida eterna) e os sethianos-ofitas.A heresia passou para o Egito (Alexandria), Valentiano e Carpócrates foram seus maiores defensores (tudo que se realiza na matéria é insignificante, do ponto de vista da alma).Basílides organizou a doutrina de Simão o Mago, sintetizando-a (os anjos criadores do mundo, que dividem o domínio do mesmo), um deles é Javé, o deus dos judeus, que submete a si os demais.Os ofitas cultuavam a serpente do paraíso: a serpente que se revelou contra o Demiurgo, e propôs a libertação através do conhecimento (gnóse) e da "ciência do bem e do mal".O marcionismo, do líder cristão Marcião, nascido em 85 d.C., em Sínope, costa do Mar Negro, criou uma nova forma de cristianismo (oposição entre a lei e o evangelho, entre a justiça e o amor), obra : Antítese (perdida), opunha o A.T. ao N.T., (como Lutero iria fazer mais tarde), suas igrejas eram poderosas na mesopotâmia, seu principal opositor, o teólogo Tertuliano, que escreveu o tratado Adversus Marcionem.Principais obras gnósticas, achadas em Nag Hammadi, alto Egito, em 1945, originais em copta, copiadas em grego no século IV, entre os 51 livros achados estão: o Evangelho de Tomé, o Evangelho de Felipe, o Evangelho da verdade, o Apocalipse de Adão, o Livro do Grande Seth e o Apócrifo de João, onde no Gênesis, o Criador (Deus), se apresenta como ignorante e malévolo. Além, é claro, do polêmico Evangelho de Judas. O Bispo Irineu refutou essas heresias, em sua obra "Contra as Heresias".O Montanismo:Apareceu na Frígia (Ásia Menor), de 150 a 157, movimento intelectualista, organizou-se em comunidades; na Ásia Menor, em Roma e na África do Norte, fundador Montano (sacerdote de Cibele), converteu-se ao cristianismo, julgava-se o instrumento do Espírito Santo prometido por Cristo e precursor de uma nova era, Prisca e Maximila suas profetizas. Chamavam a si mesmos de pneumáticos (inspirados pelo sopro do Espírito). Esta seita, anti-romana, se constituía numa ameaça para a paz entre a cristandade e o estado, foi excomungada pela Igreja, mas subsistiu no Oriente até o século VIII.Os Antitrinitários:Teófilo de Antioquia, escritor cristão, em 180 a.C., começa aparecer em seus escritos a palavra "tríade" ou "trindade" (um só Deus em três pessoas), que serviu para explicar o dogma cristão da Santíssima Trindade.Logo surgem os opositores, como o adocionismo, de Teodoto de Bizâncio (rejeitava a Trindade, negava a divindade de Cristo e a encarnação do Verbo), foi condenado pelo papa Vítor I (189-199); em 190 d.C. surgiu outra heresia, iniciada por Noet, que Praxéias e Sabélio, desenvolveram, recebendo o nome de sabelianismo ou monarquismo ou modalistas (para eles o Pai, o Filho e o Espírito Santo, eram apenas três títulos diferentes e não pessoas); assim sendo, o Pai se encarnou na virgem, nascido tomou o nome de Filho, sem deixar de ser o Pai, logo foi o Pai quem morreu na cruz.O Maniqueísmo:Tipo de gnosticismo que começou na Pérsia, na 1ª metade do século III, fundador; Manés (Manion Maniqueu – 215/276), da Babilônia, morreu esfolado porque não curou um filho do rei Behram.Para Manés, que seguia os ensinos de Zoroastro (Zaratustra), há dois reinos eternos : o da luz, em que domina Deus (Ormuzde ou Ahura Mazda), e o das trevas, domínio de Satã (Ahrimã ou Anrô Mainiu). O homem preso por Satã, luta para se libertar das trevas e ir para a luz, liberdade que se alcança por meio de uma vida austera, compreendendo três selos, (mortificações) : o selo da boca (jejum), o selo da mão (abstenção do trabalho) e o selo do ventre (castidade).Existia duas classes : os eleitos (monges) e os ouvintes ou auditores (fiéis); com uma hierarquia de doutores, administradores, presbíteros, diáconos e missionários, rejeitaram o A.T. e expurgaram do N.T. as interpolações judaicas, para adaptar a Escritura aos fins de sua seita.Santo Agostinho, foi conquistado por essa seita, um famoso discípulo de Manés foi Madek (século VI d.C.), que acreditava que o mal do mundo tinha sua causa no desejo de posse da fortuna e das mulheres.Combatida pela Igreja e pelo estado, estendeu-se da África do Norte à China, até a idade média (século XII), surgindo então como doutrina albigense (catarismo).O Donatismo:No ocidente, a partir de 312 d.C., houve um cisma na Igreja, quando surgiu os donatistas. Lucília mulher repreendida por Ceciliano arcebispo de Cartago, porque tinha o costume de beijar um osso (relíquia de algum santo) antes de comungar; por vingança, com sua riqueza e prestígio, organizou um grupo que era contra a eleição de Ceciliano, esse grupo dizia que o bispo Félix de Aptonge, era um traidor da Igreja, sendo um traidor não poderia consagrar Ceciliano.Chefe do grupo, era o bispo Donato, com seu principal, teólogo, outro Donato, daí o nome donatistas, tiveram até tropas de choque (os soldados de Cristo), chamadas pelos católicos de "vagabundos" (circumcelliones).Doutrina donatista: quem peca não pertence mais a Igreja, fora da Igreja não há sacramento, queriam expulsar bispos e padres pecadores, bem como seus fiéis. Condenada nos concílios de Latrão, em 313, e de Arle, em 314, os donatistas tiveram nos imperadores, seus maiores inimigos, no século V, o grande adversário foi Santo Agostinho, bispo de Hipona.Através do Concílio de Cartago (411) estabeleceu-se que "não se sai da Igreja pelo pecado mas somente pela apostasia da fé".O Priscilianismo:Na Espanha, Prisciliano, bispo de Ávila, divulga os ensinos gnósticos e maniqueus, introduzidos pelo monge egípcio Marcos. Em 380, Prisciliano e os seus, foram expulsos e executados pelo imperador Máximo. Porém somente no Concílio de Braga, em 565, é que essa heresia foi condenada.O Pelagianismo:Em reação aos gnósticos e maniqueus, surge o pelagianismo que se tornou uma grave heresia, divulgador Pelágio nasceu em 354 na Inglaterra, moralista e intransigente, dizia que não se precisava da graça para salvação, bastando somente a vontade individual, não existia o pecado original, era contra o batismo, contra a remissão dos pecados, acreditava que se não há pecado original, não há necessidade de redenção, logo Jesus Cristo é inútil.Santo Agostinho, dizia : todos os homens pecaram em Adão, nascem com o pecado original e estão enfraquecidos por ele, mas conservam o livre-arbítrio, portanto é necessário o batismo para reaver a graça.Concílio de Cartago, em 411, condenou o pelagianismo, no Oriente foi declarado ortodoxo, nos concílios de Jerusalém e de Diospolis em 415. Em 431, no Concílio Ecumênico de Éfeso, foi condenado.As questões do pelagianismo são graves do ponto de vista teológico, dando origem a grandes controvérsias que talvez nunca tenham fim.
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Marcadores: Seitas
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
“O GOVERNO DO ANTICRISTO E O FALSO PROFETA”
Texto Básico: Ap 13:1-18
Versículo chave:
“Se alguém tem ouvidos, ouça” - Ap 13:9
Fala da aparição das duas bestas: a que emerge do mar e a que emerge da terra. Representam elas o poder tirânico que irá se manifestar logo após o arrebatamento da Igreja naquele dia glorioso para os filhos de Deus.
I – A BESTA QUE EMERGE DO MAR
Ap 13:1-10
Começa o capítulo 13 dizendo o seguinte: “Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmias”.
1. “Emergir do mar” significa sair do meio das nações. Muitas vezes a Bíblia se refere aos povos e nações em linguagem figurada, usando o mar para representá-los. Conclui-se que vai surgir um grande chefe político que comandará uma “Confederação de Reinos”, representada pelos dez chifres, que na profecia de Daniel é representada pelos dez dedos da estátua sonhada por Nabucodonosor (Dn 2).
2. Chifres, na Bíblia, significa poder, autoridade. Sendo assim, cada governo da Confederação de Reinos terá poder na área de seu domínio, porém haverá, quem sabe, na área econômica, um poder central. Cremos que a profecia está caminhando para seu cumprimento, pois é sabido que existe um plano estabelecido para a unificação da Europa (área do antigo Império Romano) e de fato já existe lá uma só moeda – o euro.
3. As sete cabeças representam as sete colinas de Roma, bem como sete reis (Ap 17:9). Será, portanto, em Roma a sede do governo do Anticristo.
4. Os diademas representam o poder dos governantes confederados que estão subordinados economicamente à besta. O interesse e propósito destes governantes é dar à besta toda autoridade, e tudo farão para que isso aconteça.
5. A ferocidade da besta é representada pelo leopardo, urso e leão (v.2). Esta descrição representa os três impérios anteriores que foram inseridos no antigo Império Romano – grego, persa e babilônico.
a. Grego: representa o leopardo (Dn 7:6), rápido, veloz, conquistador e incansável. O anti-cristo terá essas qualidades em grau supremo.
b. Persa: os pés do urso (Dn 7:5), dando as idéias de força, estabilidade e consolidação. O anti-cristo também incorporará esses aspectos em seu poder.
c. Babilônico: A boca de leão (Dn 7:4), subentendendo ruína ameaçadora, rugidos de blasfêmias, despedaçamento carniceiro, perseguições e matança. O anti-cristo será o possuidor supremo dessas qualidades.
6. A cabeça golpeada de morte e sua cura (v.3) falam da queda do antigo Império Romano e sua ressurreição, quando será governado pelo anticristo (a “besta”).
7. Um governo sob o poder satânico (v.4). O dragão mencionado é o diabo, sedutor das nações (Ap 20:10).
8. 42 meses (v.5). Esta referência fala do tempo em que a besta vai exercer seu poder tirânico. Estes 42 meses representam os três anos e meio da última semana de Daniel (Dn 9:27).
9. O Anticristo (vs.6 e 7) tudo fará para apagar o nome de Deus dentre os homens. Moverá perseguição àqueles que se converterem no período da tribulação (Ap 7: 13-17).
Eis, portanto, a descrição que o apóstolo João recebeu do Senhor a respeito das coisas que “hão de acontecer”. Haverá, pois, o surgimento de uma confederação de Reinos, cujo chefe supremo será a besta que há de emergir do mar.
II – A BESTA QUE EMERGE DA TERRA
Ap 13: 11-18
O verso 11 começa com a seguinte expressão: “Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão”. Trata-se de um personagem que aparecerá imitando a Cristo (o Cordeiro de Deus). Porém sua fala é de origem diabólica (dragão). Os dois chifres representam um duplo poder político-religioso. Deverá surgir da terra de Israel. Trata-se do falso profeta (Ap 19:20). Este estará ligado à besta que emergiu do mar e tudo fará para que sua autoridade seja mantida. No v.12 lemos o seguinte: “Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada” (Império Romano restaurado).
Será nesta época que se cumprirá o que o Senhor Jesus predisse em Mt 24:15. No templo restaurado no local daquele que Salomão construiu, será introduzida pelo falso profeta a imagem do Anticristo (a primeira besta) para adoração. Os vs. 13 a 15 bem falam destes acontecimentos previstos. Será nestes dias de imposição que se cumprirá o que Zacarias registrou em sua profecia (Zc 12:10). O Senhor derramará espírito de graça e de súplica sobre os judeus (habitantes de Jerusalém) para que se convertam Àquele que traspassaram um dia quando clamaram: “Crucifica-o! Crucifica-o!” (Lc 23:21).
Os vs 16 e 17 falam de um cadastramento que haverá, quando será exigido de todos, para comprar e vender, que recebam o sinal da besta, na mão ou na testa. Muitos irão rejeitar esta imposição. Por isso serão perseguidos e mortos (Ap 7:9-17).
III – O NÚMERO DA BESTA
Ap 13:18
Muito se fala sobre o número da besta, que é 666. O número 7 na Bíblia representa perfeição e o número 6, imperfeição. 666 fala de uma trindade imperfeita: o dragão, o Anticristo (primeira besta) e o falso profeta (segunda besta).
O mundo, por um período de tempo (sete anos), estará sob o domínio do mal. Não podemos fazer afirmações precipitadas quanto a este personagem que terá como número de sua identidade o 666. Mas isto é certo: aparecerá este chefe político-religioso na face da terra. Virá o Império Romano restaurado (Dn 9:26). Perseguirá Israel e matará suas duas testemunhas (Ap 11:7). Finalmente será destruído (II Ts 2:8).
Queremos mais uma vez enfatizar o fato de que quando estas coisas acontecerem, nós, como Igreja do Senhor Jesus Cristo, já estaremos em Sua gloriosa companhia, desfrutando das bodas do Cordeiro.
PAZ SEJA CONVOSCO
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às segunda-feira, janeiro 14, 2008 0 comentários
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sábado, 5 de janeiro de 2008
O ALCORÃO CONTÉM FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS QUE PROVAM QUE ELE FOI INSPIRADO POR DEUS?
Afirma-se que há certos processos científicos descritos no Alcorão que não eram conhecidos no tempo de Maomé e sua presença prova que o Alcorão foi divinamente inspirado. Versos foram tomados fora do contexto e traduções foram torcidas para tentar provar esses pontos. Por adição, livros de ensino padrão escritos por cientistas do ocidente foram republicados na Arábia Saudita com passagens do Alcorão neles inseridas em certos pontos para dar a impressão que o Alcorão descreveu acuradamente algo que não fora descoberto até recentemente. O resultado é que a maioria do povo aceita essas reivindicações como certas, já que não sabem o bastante ou sobre o verdadeiro significado do árabe ou sobre possíveis fontes dos fatos científicos na época de Maomé.
Exemplos dessas reivindicações inclui versos que falam sobre a queda da chuva, e outros que dizem que há água no subsolo; conclusão: o Alcorão está descrevendo o ciclo das águas. Uma comparação com versos da Bíblia mostra que as mesmas idéias já circulavam muito antes de Maomé. Um outro verso é o que reivindica que as montanhas são como presilhas que evitam que a terra se mova. São citados geólogos que dizem que as montanhas têm "raízes" no subsolo que sustentam a terra no lugar, quando na realidade longe de evitarem terremotos, diz-se atualmente que as montanhas se elevam como um resultado da atividade sísmica.
A maioria, talvez, dos escritos dos muçulmanos nesse assunto se refere ao desenvolvimento do embrião humano. Muitos versos descrevem como nos originamos de uma gota de sêmen que irrompe pelo corpo (Sura 53,46 de "entre a coluna vertebral e as costelas"; v. tb. Sura 86,7). Os muçulmanos reivindicam que a idéia totalmente falsa de que o esperma é produzido em algum lugar na região da coluna vertebral corresponde ao lugar do desenvolvimento embriológico, apontados pelos testes, que está próximo aos rins - embora não haja possibilidade dessa interpretação em seu contexto. De fato, o médico grego Hipócrates ensinava, 1.000 anos antes de Maomé, que o sêmen passa através da região dos rins e da espinha. Outros versos dizem que nós nos desenvolvemos em quatro estágios: uma gota de sêmen, um coágulo de sangue, um pedaço de carne informe e um estágio no qual os ossos são revestidos com carne (Sura 22,5; Sura 23,13). Tentando identificar pontos precisos do desenvolvimento humano a que se referem esses estágios, cientistas muçulmanos negligenciaram totalmente o fato de que Galen, escrevendo a Pérgamo, na Turquia, (Ap 2,12), no ano 150 dC, diz que os humanos crescem através desses quatro estágios de desenvolvimento. Outros exemplos poderiam ser dados do Alcorão e do Hadith (ditos de Maomé) que têm sido torcidos para tentar mostrar que eles dizem coisas que só foram descobertas recentemente. O único caso que foi conclusivamente demonstrado foi que essas coisas originalmente ensinada pelos gregos antigos eram bem conhecidas entre os povos árabes no tempo de Maomé. Longe de provar que o Alcorão é divinamente inspirado, elas apresentam evidência adicional que ele teve origens humanas.
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Marcadores: Seitas
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
A história do Islã
O estudo das divisões dinásticas e políticas convencionais do Islã permite retratar como os muçulmanos, ao longo de 14 séculos, conquistaram novos povos e construíram uma civilização e religião internacional.
O Islã foi fundado no século VII da era cristã, na Arábia, por Maomé, como uma religião monoteísta que enfatiza a adesão rigorosa a certas práticas religiosas. A religião muçulmana, assentada na escritura sagrada, o Alcorão, converteu-se numa força unificadora de diversos povos, a partir do elemento original árabe. O império que se formou em virtude da expansão muçulmana pelo Oriente e Ocidente não foi apenas árabe, tampouco teve uma tendência religiosa única. Apesar de criadas diversas facções e seitas, o sentimento de coesão do mundo muçulmano não diminuiu. Essa coesão baseou-se no monoteísmo e na prática religiosa, regedora também da vida civil e da justiça, e principal impulsionadora da expansão territorial, da pregação e da guerra santa.
Arábia pré-islâmica. A península arábica, um grande planalto desértico cercado por cadeias de montanhas e coberto de areia, impôs condições geográficas duras às populações árabes pré-islâmicas, que se adaptaram de forma dispersa e variada. A diferença de clima entre o norte e o sul constituiu fator fundamental para determinar as condições de vida. No sul, as monções (ventos sazonais) procedentes do oceano Índico favoreciam a agricultura. Enquanto isso, no norte e no centro da península, as grandes extensões desérticas e as estepes impediam o cultivo, a não ser nos oásis, e impunham a seus habitantes uma vida nômade.
Alguns oásis na região do Hedjaz deram origem a cidades como Yathrib (a Medina islâmica) e Meca, na rota das caravanas entre a Índia e o Ocidente. A grande maioria da população era composta de tribos independentes de beduínos nômades, cada uma das quais sob o comando de um xeque. No povo árabe, distinguiam-se tradicionalmente dois grupos rivais: os árabes do sul, ou iemenitas, descendentes de Abraão por Qahtan e sedentários, e os árabes do norte, nizaritas, descendentes dele por Ismael e nômades. Esses grupos dividiram-se em muitos ramos, mas mantiveram sua rivalidade.
O sul da Arábia conheceu diversas culturas a partir do século IX a.C., quando floresceu o reino de Mineu. O reino de Sabá criou a lenda da proverbial riqueza da Arábia, baseada no comércio de materiais preciosos com a Índia. A região norte, por sua vez, teve um desenvolvimento mais tardio. A sociedade, fundamentalmente tribal e nômade, constituía-se de ricos cameleiros, que viajavam seguindo rotas determinadas, e de pastores de ovelhas pobres. Outros nômades foram-se estabelecendo de forma sedentária e pagavam tributo aos beduínos do deserto para assegurar sua proteção. Esses grupos, entretanto, não estavam organizados em unidades políticas superiores e viviam em constante confronto. As hostilidades só se amenizaram em virtude das tréguas religiosas e de uma espécie de código de honra estabelecido com base na vingança.
Os habitantes das cidades prosperaram economicamente em comparação com os nômades. Meca desenvolveu-se como centro do comércio entre o oceano Índico e o mar Mediterrâneo. Também estabeleceram-se na cidade criadores de gado, e surgiram diversas atividades vinculadas às comunicações e à passagem de caravanas. Nas regiões de fronteira com a Síria, algumas tribos árabes emigraram em direção ao norte, onde organizaram vários estados. Exemplos deles são o dos nabateus, cuja escrita daria origem ao árabe; o dos gassânidas, relacionados com Bizâncio como guardiães da fronteira sírio-palestina; e o reino de Hira, na fronteira mesopotâmica, submetida ao império persa sassânida. Os súditos deste último reino viriam a desempenhar importante papel na conquista árabe. Converteram-se imediatamente ao Islã e, graças a sua boa organização militar, contribuíram para a vitória dos exércitos árabes. Até o fim do século V, tentou-se unificar as tribos da Arábia central. O reino de Kinda, de curta duração, representou um esforço pela união política.
Os árabes da península adotavam uma religião politeísta, com divindades locais ou tribais, em muitos casos de caráter astral, e que para eles viviam em pedras sagradas (abadir). Os habitantes de Meca possuíam também uma deusa da felicidade e outra do céu e, acima delas, Alá (Deus), que no século VII era o Senhor do Templo, ou da Caaba, em Meca. No século IV, Alá deixara de ser o único deus para os seminômades das estepes sírias.
Maomé e o estabelecimento do poder islâmico. Maomé, que de acordo com a tradição nasceu por volta do ano 570, era membro do respeitado clã Hachim, da tribo dos coraixitas. Órfão e sem recursos, foi educado por um tio. Aos 25 anos, casou com a viúva Cadidja, para cujo serviço havia sido contratado. Após a morte de Cadidja, Maomé teve outras 18 esposas e consumou o casamento com nove delas. Segundo a tradição, o profeta, aos quarenta anos, teve uma visão do anjo Gabriel e soube que Alá o tinha escolhido para ser seu enviado e pregar sua palavra. As revelações de Alá a Maomé foram mais tarde reunidas no Alcorão (que significa "recitação"). No princípio, o profeta encontrou obstáculos para a pregação em sua cidade natal, entregue ao paganismo, e foi obrigado a emigrar para Medina: a chamada hégira (emigração, separação) marcou o início da era islâmica, em setembro do ano 622.
Em Medina, Maomé transformou-se em chefe teocrático e substituiu as antigas organizações tribais pela ummah, ou comunidade de crentes, fundamentada no vínculo religioso. Dois anos depois, a vitória na batalha de Badr, entre os habitantes de Meca e Medina, foi para Maomé uma prova de que Alá estava do seu lado. O prestígio de Maomé cresceu e, após uma campanha para expulsão dos judeus de Medina, o profeta se tornou senhor absoluto da cidade. Em 630, entrou em Meca e conseguiu a rendição pacífica dos chefes coraixitas. O apoio dos habitantes de Meca foi definitivo para a consolidação do novo poder. A expansão do Islã iniciou-se com uma primeira campanha militar contra a Síria. Antes de morrer, em 632, Maomé conseguiu impor sua autoridade a grande parte da Arábia.
Primeiros califas. Maomé não deixou herdeiro varão nem estabeleceu regras a respeito de sua sucessão. Tudo isso engendrou uma crise política que se resolveu com a eleição, como primeiro califa, de Abu Bakr, encarregado por Maomé de dirigir a oração. Antes de morrer, Abu designou seu sucessor, Umar, que foi assassinado dez anos mais tarde, em 644. Depois dele, Uthman, da dinastia omíada, ocupou o califado até 656, ano em que foi assassinado. Finalmente, Ali, primo e genro de Maomé, assumiu o poder.Com os quatro primeiros califas, o Islã iniciou sua expansão. Primeiro, conseguiu a pacificação da península arábica e a eliminação dos falsos profetas. O principal objetivo das conquistas muçulmanas eram a pregação e a propagação da fé. Síria, Mesopotâmia, Pérsia, Egito e Cirenaica foram as primeiras regiões conquistadas. Realizaram-se também incursões na Anatólia, nas ilhas do mar Egeu, no norte da África e na Armênia. A conquista árabe não seguiu um plano estratégico de grande alcance; foi antes um movimento natural das tribos árabes acostumadas ao nomadismo -- e agora também levadas pelo desejo de converter os povos à nova fé --, em direção aos territórios habitados por populações agrícolas e sedentárias.
Califado omíada. A dinastia omíada começou em 661, com Moawia I, e terminou em 750. A capital mudou de Medina para Damasco, onde os omíadas criaram uma autêntica realeza árabe ao adotarem o princípio dinástico, pelo qual, antes de morrer, cada califa designava como herdeiro seu filho -- o que rompia a tradição dos primeiros sucessores de Maomé. Os omíadas transformaram a antiga organização tribal em monarquia centralizada. O sistema administrativo e fiscal que instauraram propiciou um grande enriquecimento do império e favoreceu a islamização, pois os súditos não muçulmanos dos territórios anexados tinham que pagar impostos maiores que os convertidos à nova fé. A dinastia omíada impulsionou a arquitetura muçulmana e criou as grandes mesquitas de Damasco, Medina e Jerusalém.
O império muçulmano do primeiro século da hégira era fundamentalmente árabe e estava unido pela revelação corânica. Os omíadas integraram os sírios convertidos e permitiram que participassem da organização estatal. O povo conquistado aprendeu rapidamente o árabe -- que chegou a ser sua língua oficial -- e converteu-se ao Islã (muitos eram cristãos).
Durante os cem anos que durou a dinastia omíada, os califas tiveram que enfrentar inúmeras dificuldades de ordem interna. Além do antagonismo entre a Arábia do norte e a do sul, lutaram contra os caridjitas e contra um partido que agrupava muitos descontentes que pretendiam devolver o centro do poder à Arábia. Mesmo assim, criaram as bases da grande civilização muçulmana. Nesse período, começaram a desenvolver-se as ciências jurídicas e teológicas, que, mais tarde, durante a dinastia abássida, alcançariam seu esplendor máximo.
No que se refere à expansão das fronteiras do Islã, os omíadas conseguiram a maior extensão territorial alcançada pelo império muçulmano. Chegaram à Tripolitânia, conquistaram o Maghreb e dominaram o norte da África entre os anos 697 e 707. Invadiram e conquistaram a península ibérica e chegaram à França, onde foram detidos na batalha de Poitiers por Carlos Martel, em 732. No Oriente, conseguiram dominar Pérsia, Afeganistão, Transoxiana e o Turquestão chinês e penetraram pelo norte da Índia em Sind, Punjab e Ode. O Islã, nessa época, estendia-se das fronteiras da China ao oceano Atlântico. O povo árabe, praticamente desconhecido na antiguidade, havia imposto seu domínio sobre uma enorme extensão geográfica e transmitido aos povos conquistados sua religião e sua língua.
Nas províncias imperiais, os cristãos e judeus eram considerados cidadãos de categoria social inferior em relação aos muçulmanos, mas reconhecidos como crentes e chamados "povos do Livro", noção que abrange todos os povos detentores de uma escritura sagrada. Por extensão, incluíram-se entre eles os zoroastristas da Pérsia. Os súditos não eram obrigados a converter-se ao Islã, mas apenas a submeter-se ao direito penal e civil islâmico. Os conflitos internos que afetaram diretamente o califado omíada deveram-se fundamentalmente ao confronto com as tendências que condenavam o abandono das primeiras tradições do Islã. Nesse contexto, os xiitas organizaram-se como um forte grupo de oposição ao poder omíada, por eles considerado ilegítimo. Os primeiros califas souberam enfrentar esses movimentos.
Em 680, Yazid I sufocou a rebelião de Hussain, filho de Ali, que foi transformado em mártir pelos xiitas. Depois do califa Walid I (705-715), que levou o império a sua expansão máxima, as desavenças se agravaram e o poder da dinastia declinou. Os rebeldes de Khorasan e do Iraque conseguiram vencer a dinastia omíada em agosto de 750, quando foi derrotado o califa Marwan II. Apenas um dos membros do império, Abd al-Rahman I, conseguiu fugir e fundou a dinastia omíada de Córdoba, na Espanha. Abu al-Abbas proclamou-se o novo califa.
Califado abássida. A dinastia abássida mudou a sede do império para o Iraque e situou a capital em Bagdá. Os abássidas, e o importante contingente de persas em que se apoiavam, transformaram-se em restauradores da tradição islâmica, supostamente traída pelos omíadas. Reforçaram o poder teocrático do califa e deram mais pompa ao cerimonial da corte. O êxito da conspiração que havia levado a dinastia ao poder determinou, nos primeiros tempos, uma atitude tolerante quanto à diversidade de elementos étnicos e culturais que sustentava. O califado sofreu grande influência da civilização persa, que adotou o sistema muçulmano em suas estruturas e regras, de modo bastante superficial. Em consonância com a tradição persa, o direito divino do monarca fortaleceu-se e o sistema político islâmico alcançou seu perfil definitivo. O novo califado assumiu o papel de defensor da fé, mais forte e menos questionado, já que não existia uma hierarquia religiosa reconhecida.
A designação do califa assegurava-se, em princípio, pela escolha de um herdeiro entre seus filhos. A época de esplendor correspondeu ao reinado de Harun al-Rashid, no período compreendido entre os anos 750 e 833. Bagdá transformou-se em importante centro cultural, o que representou o desenvolvimento pleno da civilização cortesã e urbana do Islã. As ciências e as letras passaram por extraordinário desenvolvimento, e muitas vezes incorporaram aspectos de outras culturas, como a indiana, a greco-latina e a persa. Também prosperou a atividade econômica, baseada na manufatura de sedas, tapetes, telas bordadas e papel reciclado de tecido (técnica proveniente da China), e nas transações comerciais entre Oriente e Ocidente.
A criação dos vizirados, no período anterior, possibilitara uma certa descentralização do poder imperial concentrado no califa, que passou a contar com emissários e delegados. O testamento de Harun al-Rashid estabeleceu a ordem de sucessão ao trono e abriu caminho à divisão efetiva do império. Após sua morte, em 809, as ambições pessoais fracionaram o Islã em principados mais ou menos autônomos. A luta entre dois dos filhos de Harun al-Rashid levou ao assassinato do califa al-Amin, de linhagem árabe, em 813, e conduziu ao poder al-Mamun, de mãe persa.
Com o reinado de al-Mamun, os árabes desapareceram da cena política. Prevaleceu ainda mais a influência dos persas, e sua cultura impregnou todos os aspectos da vida de Bagdá. Também foi ganhando importância o número de soldados turcos recrutados na Ásia central para o exército islâmico. Esses mercenários tiveram influência ainda maior que a dos árabes, a ponto de modificar o poder político do Islã. Os mercenários turcos da guarda do califa e seu chefe, o "emir dos emires", governaram Bagdá mas permitiram que o califa mantivesse seu prestígio espiritual.A esse avanço do poder turco no império somaram-se as tensões sociais provocadas pelo desequilíbrio resultante do desenvolvimento econômico desigual. As classes baixas, afundadas na miséria, aderiram aos programas extremistas das seitas xiitas, que provocaram diversas revoltas nos dois últimos anos do século IX e nos primeiros do século X. A devastação da Síria e do Iraque por parte dos bandos chamados cármatas e a sublevação de camponeses e artesãos propiciaram a constituição do estado de Bahrein, cujas tropas conseguiram apoderar-se de Bassora e Kufa, e em 930 saquearam Meca.
No século X, apareceram principados independentes e acelerou-se a fragmentação do império abássida. O emirado andaluz, fundado em 756, transformou-se em califado independente em 929. Os reinos do Maghreb tornaram-se praticamente autônomos e, no Oriente, criaram-se diversos estados iranianos no Khorasan. No Egito e na Síria, também se formaram estados independentes. Durante o século X, cada uma das grandes famílias do Islã criou um reino: o califado omíada consolidou-se em Córdoba; os descendentes do califa Ali e de Fátima (filha de Maomé) instalaram-se no Egito; e, em Bagdá, a dinastia abássida manteve-se até 945, quando caiu sob o poder de Ahmad al-Buye, um xiita das montanhas iranianas. Seu sucessor conseguiu apossar-se de um império que compreendia dois terços do Irã e a Mesopotâmia. A dinastia dos buáiidas desapareceu com a chegada dos turcos seldjúcidas em 1055.
Califado omíada de al-Andalus. A Espanha muçulmana era uma província independente desde o estabelecimento do poder abássida. O último omíada, Abd al-Rahman I, fugiu da matança de sua família em Damasco e refugiou-se na península ibérica, de onde, com a ajuda dos berberes e dos árabes da Síria, apoderou-se de Córdoba em 756 e dominou a maior parte do país. Em 929, o emirado foi transformado em califado por Abd al-Rahman III. Durante seu reinado, os povos cristãos do norte sofreram sangrentas derrotas, ao tentarem reconquistar o território.
No fim do século X, os muçulmanos espanhóis lançaram expedições devastadoras sobre Barcelona, Leão, Santiago, Zamora e Coimbra. Ampliou-se o domínio do califado, e Córdoba conheceu enorme esplendor, que se manteria durante o século seguinte. As tradições sírias permaneceram vivas, e a refinada cultura cordobesa rivalizou com a de Bagdá. A destruição do califado de Córdoba foi conseqüência de diversas questões relacionadas com o progressivo enfraquecimento do poder. Em 1031, foi destituído o último califa omíada. A Espanha muçulmana dividiu-se em reinos de taifas (facções). Ao longo dos séculos XI e XII, almorávidas e almôadas, povos do norte da África, vieram em auxílio desses reinos, que sucumbiram progressivamente ante o avanço da reconquista cristã. O último reduto muçulmano foi o reino nazarita de Granada, que caiu em 1492 em poder dos reis católicos, Fernando e Isabel.
Poder seldjúcida. Em meados do século XI, iniciou-se uma mudança decisiva no mundo islâmico: os turcos seldjúcidas, convertidos à ortodoxia muçulmana dos sunitas, reunificaram durante algum tempo o Oriente Médio. Formavam um conjunto de clãs estabelecidos, nos séculos anteriores, ao longo das fronteiras ocidentais da China. Alguns deles permaneceram dentro das fronteiras do império islâmico e, após converterem-se, iniciaram campanhas de penetração em direção ao Ocidente e ao Oriente, contra os gaznévidas, que haviam islamizado a Índia.
Togrul Beg avançou sobre o Irã e a Anatólia para atacar o império bizantino. Penetrou pelo sul no Iraque, cuja capital, Bagdá, ocupou em 1055, e se fez reconhecer como sultão e protetor do califa. Os três grandes sultões seldjúcidas, Togrul Beg, Alp-Arslan e Malik-Xá, ajudados pelo vizir persa Nizam al-Mulk, deram a seu império uma organização política e social que serviria de modelo a todo o oriente islâmico. Além disso, transformaram-se em defensores da ortodoxia muçulmana sunita. Invadiram a Anatólia e estabeleceram-se na Síria e Palestina, até que os cruzados cristãos fundaram principados na região.
O império seldjúcida dividiu-se, com a morte de Malik-Xá, entre seus filhos e irmãos. Os governadores locais tornaram-se independentes e fundaram dinastias locais na Síria, Mesopotâmia, Armênia e Pérsia. Na luta contra os cruzados, destacaram-se sobretudo os aiúbidas do Egito, cujo califa, Saladino, apoderou-se de Jerusalém em 1187.
Império mongol. A invasão das tropas mongóis acabou definitivamente com o califado de Bagdá, aparentemente mantido durante o império seldjúcida. Em meados do século XIII, o império mongol, fundado por Gengis Khan, penetrou em território muçulmano, depois de haver unificado a Mongólia e iniciar a conquista da China. Os mongóis derrubaram os príncipes dos reinos islâmicos: Bagdá caiu em 1257, e Alepo e Damasco, no ano seguinte. O califa e sua família foram assassinados.
Os mongóis toleravam diversas religiões, como o paganismo, o budismo, o cristianismo e o nestorianismo. Isso permitiu-lhes fazer alianças com os cruzados contra o último reduto do Islã no Oriente: os mamelucos do Egito, que, sob o comando de Baibars, haviam dado proteção aos descendentes do califa. Baibars derrotou os mongóis e tornou-se sultão do reino da Síria e do Egito. No fim do século XIV, o império mongol dividiu-se em várias dinastias locais. Mais tarde, foi aniquilado por um turco muçulmano, Tamerlão (Timur Lang), que tentou reconstruir a unidade política da Anatólia e revitalizar o islamismo sunita. Dominou a Índia, a Síria e a Anatólia, mas seus descendentes não conseguiram manter o império, que ficou reduzido à parte oriental do Irã.
Impérios do deserto. Nos séculos XI, XII e início do XIII, o Maghreb esteve sob o domínio de grandes tribos berberes de tendência sunita: os almorávidas, nômades do Saara originários de uma seita guerreira, e os almôadas, sedentários das montanhas. Esses povos se estabeleceram firmemente em boa parte do norte da África ocidental e na península ibérica. Os almorávidas se constituíram a partir das pregações do missionário muçulmano Abdala ibn Yasin, que preconizava extrema disciplina, baseada na oração e na formação religiosa e militar para a guerra santa. Após um período de lutas, sua doutrina ganhou as tribos do oeste do Saara. Os almorávidas consideravam-se defensores da ortodoxia islâmica e chegaram a conquistar o norte da África e Andaluzia (al-Andalus, como era chamada a Espanha muçulmana). O movimento desses grupos forneceu as bases para a criação do reino do Marrocos, com a fundação de Marrakech, em 1072.
Nas montanhas do Atlas, Ibn Tumart iniciou um movimento religioso e, ao agrupar seus partidários contra os almorávidas, organizou a luta armada para conseguir dominar o Maghreb. Sob o comando de Abd al-Mumin, os almôadas apoderaram-se de Marrakech e estenderam seu domínio a toda a região berbere e andaluza. Abd al-Mumin proclamou-se califa -- o que não se atreveram a fazer os almorávidas -- de modo a reconstituir uma comunidade religiosa com grande organização política. O califado desapareceu em meados do século XIII com o surgimento dos reinos de Túnis, Tlemcen e Fez. A derrota imposta pelos cristãos espanhóis sobre os almôadas, na batalha de Las Navas de Tolosa (1212), acelerou o processo interno de desmembramento.No princípio do século XV, os cristãos atravessaram o estreito de Gibraltar.
Os portugueses estabeleceram-se em Marrocos, e o exército do imperador Carlos V chegou a Túnis. Ao mesmo tempo, ocorria uma retirada cristã no Oriente, em virtude da tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos, em 1453, e sua posterior expansão pelos Balcãs.
Império otomano e a origem do mundo islâmico moderno. Seis séculos durou o império otomano, que representou o estado muçulmano mais importante da era moderna. Os otomanos, originários do noroeste de Anatólia, estenderam seu poder até a Europa, dos Balcãs à Síria, Egito e Iraque. A partir do século XVIII, sua decadência começou a se manifestar, apesar de tentativas isoladas de revitalizar o império, cada vez mais debilitado. As regiões européias sob domínio otomano foram se tornando independentes: Grécia, Sérvia, Bulgária etc. O Egito libertou-se também e, sob o comando de Mohamed Ali, reorganizou sua estrutura administrativa em moldes ocidentais; o país obteve a independência com o apoio britânico e conquistou o Sudão. Mesmo assim, a abertura do canal de Suez limitou essa independência, devido ao interesse das potências européias pela atividade comercial naquela região. A França conquistou a Argélia e estabeleceu um protetorado em Túnis. A Itália conquistou a Tripolitânia. As províncias orientais do império otomano desmembraram-se. A Índia, parcialmente islamizada, foi dominada pelo Reino Unido no século XIX, e o Irã sofreu invasões de russos e britânicos.
Após a primeira guerra mundial, os nacionalismos islâmicos se acentuaram. A Turquia passou por profunda transformação, convertendo-se em república laica. O Egito deixou a condição de protetorado britânico em 1922 e, ao longo do século XX, muitos outros estados surgiram no mundo islâmico. A abundância de petróleo em diversos países árabes reforçou o papel da civilização islâmica no mundo, sobretudo a partir da segunda metade do século XX. A descolonização da Síria, Líbano e de várias nações do norte da África, além da oposição dos países árabes à criação do Estado de Israel na Palestina, contribuíram para desenvolver a solidariedade do mundo islâmico. Assim mesmo, a unidade panislâmica encontrou obstáculos na consolidação de nacionalismos locais e na permanência de choques entre xiitas e sunitas.
Postado por Igreja envangelica A Voz do salvador às quinta-feira, janeiro 03, 2008 0 comentários
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